Prêmio MPE Brasil 2014

Fonte: Agência Sebrae

Foi aberto no último dia 7 de abril, o período de inscrições para o Prêmio de Competitividade às Micro e Pequenas Empresas – MPE Brasil, que busca premiar empresas com conceitos inovadores e boas práticas de gestão nos mais diversos setores da economia. A iniciativa é promovida pelo Sebrae Nacional, Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Gerdau, com apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e as inscrições vão até 1° de agosto. Veja mais informações no link abaixo:

http://bit.ly/1mvYKPC

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Vai viajar no Feriadão? Confira 7 dicas da Boa Vista SCPC e não comprometa seu orçamento!

Fonte: Thinkstock

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Todo mundo gosta de viajar. Esquecer por alguns dias a rotina, conhecer novas cidades – ou visitar lugares e pessoas queridas – e o principal: relaxar e ficar pronto para continuar a caminhada rumo aos seus objetivos.

O feriadão prologando – que começa amanhã e vai até o dia 21 de abril – é uma boa oportunidade para deixar um pouco de lado as preocupações do dia a dia e fazer aquela viagem que vem sendo adiada. Porém, para que o lazer não se transforme em uma preocupação financeira futura, é importante se preparar. Segundo Fernando Cosenza, diretor da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), alguns cuidados podem ajudar o consumidor a evitar o descontrole financeiro. Veja as dicas e boa viagem!

1.     Planejamento

Sim, planeje sua viagem e com isso os seus gastos. O quanto antes antecipar o planejamento mais fácil será encontrar boas oportunidades. Isso vale para estadias de hotéis, pacotes de viagens, ou mesmo gasto com pedágio, combustível, alimentação e passeios extras, que se colocados na ponta do lápis não serão uma surpresa desagradável durante e após a viagem.

2.     Pague o que puder antes

Tente viajar com a maior parte das despesas pagas, ou com os valores já reservados. Isso permite curtir o feriado com mais tranquilidade. E o bolso mais preparado também.

3.     Permita-se

A ideia é viajar sem gastar mais do que se tem ou se pode, mas procure reservar um valor para compras não programadas. Ninguém é de ferro e vale a pena trazer na bagagem ao menos uma lembrança ou experiências positivas, como um jantar especial ou um passeio extra.

4.     Avalie

Feitas as contas e o devido planejamento, se perceber que não pode gastar ou que as despesas ficarão acima do que se previa inicialmente e comprometerão o seu orçamento, repense. Pode ser o caso de organizar-se primeiro e viajar numa próxima oportunidade.

5.     Evite

Não tome dinheiro emprestado, não use o cheque especial ou o financiamento rotativo do cartão de crédito para custear despesas de viagem e lazer. Essas alternativas valem para emergências ou necessidades essenciais.

6.     SOS Cheques e Documentos

Esta dica vale a todo tempo, já que o cuidado com os nossos documentos pessoais deve ser permanente. Se houver perda, extravio ou se você for roubado, use o SOS Cheques e Documentos da Boa Vista SCPC. Com essa medida prática, gratuita e rápida, em caso de uma possível tentativa de uso indevido do seu documento, um sinal de alerta é enviado ao lojista para que analise com mais cautela o negócio. Você pode utilizar este serviço acessando o portal http://www.consumidorpositivo.com.br ou também por telefone 0800 011 15 22.

7.     Consulte

Para fazer o seu planejamento, se tiver dúvida sobre o registro de eventual dívida vencida e não paga em seu nome, no banco de dados da Boa Vista SCPC, você pode realizar gratuitamente pela internet, a qualquer dia ou hora, a autoconsulta de débitos, por meio do Portal Boa Vista Consumidor Positivo: www.consumidorpositivo.com.br.

Por: Redação MarketUP

Fonte: Tamer Comunicação Empresarial

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O resultado da Copa vai influenciar diretamente o consumo no País, acredita Erico Sodré, presidente da Acrefi

Fonte: Thinkstock

Fonte: Thinkstock

Em coletiva online cedida hoje (14/04), o presidente da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), Érico Sodré, e o economista-chefe da mesma instituição, Nicola Tingas, apresentaram projeções sobre o mercado de crédito nacional, além de discorrerem sobre temas relativos ao panorama econômico brasileiro atual.

Um dos pontos mais abordados na entrevista foi o status atual da inflação no país – que mesmo após de um movimento constante de aumento nos juros, acumulou alta de 6,15% nos últimos 12 meses. Para Érico Sodré, presidente da Acrefi, a facilidade de crédito, e não a taxa de juros, é a grande vilã da inadimplência. O economista-chefe da associação, Nicola Tingas, apontou que a análise do risco de crédito no país possui um ferramental eficiente, porém ainda precisa melhorar na qualidade de seus processos.

Érico Sodré

Érico Sodré

Outra questão levantada na entrevista tratou da educação financeira do brasileiro. “O consumidor está tentando fazer a compra dele com mais parcimônia. Ele busca fazer um crédito mais qualitativo”, comentou Nicola Tingas. Sodré observou que a partir do momento em que o tomador de crédito tiver noção exata do quanto ele é capaz de pagar, a inadimplência seguirá um processo de queda.

Quanto à percepção internacional em relação à política econômica brasileira, o economista-chefe da Acrefi, Nicola Tingas, observou que o FMI reconhece a necessidade de uma nova fase de investimentos e reformas no país, mas, para ele, o Brasil soube aproveitar bem o cenário internacional de anos anteriores. “O desafio do Brasil é se tornar mais produtivo e aproveitar todo esse potencial que ele tem”, concluiu Tingas.

Nicola Tingas

Nicola Tingas

A Copa do Mundo no país esteve presente entre as pautas apresentadas pelos jornalistas na coletiva. “O resultado da Copa vai influenciar o consumo para o bem ou para o mal”, apontou o presidente da Acrefi, Erico Sodré, ressaltando que tudo dependerá do resultado da seleção na Copa. Porém, para o presidente da associação, o mais importante é que os políticos brasileiros percebam a necessidade de mudanças estruturais e reformas.  “O Brasil precisa por a mão na consciência. Eu espero estar vivo para ver as reformas necessárias. Nós temos todas as condições de ser o país líder do mundo e não apenas do futebol”, encerrou Sodré.

Baixe aqui o arquivo com gráficos apresentados pelo economista-chefe da Acrefi, Nicola Tingas.

 

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A economia Brasileira e suas perspectivas

Fonte: Thinkstock

Fonte: Thinkstock

O Brasil ganhou um bilhete premiado da Mega-Sena para retomar o ciclo de crescimento econômico. Só não pode fazer como muitos ganhadores que gastam tudo, sem investir no que é necessário. Essa foi a conclusão de Ricardo Amorim, economista e presidente da Ricam Consultoria e um dos apresentadores do Manhattan Connection, que abriu as apresentações do segundo dia do 3º Encontro de Resseguro com a palestra “A economia Brasileira e suas perspectivas”. Ele traçou um panorama sobre os fatores que explicam o crescimento acelerado recente, a queda desses índices de crescimento a partir de 2011 e o que os próximos anos reservam para o país.

“O modelo econômico vai mudar, quem quer que vença as próximas eleições”, vaticinou o economista. Ele lembrou que não foi o rigor em por as coisas em ordem que explica o crescimento excepcional no período 2004 a 2010, quando o Produto Interno Bruto avançou a uma média anual de 5% – o equivalente a 2,5 vezes mais que a média dos últimos 20 anos. Para Amorim, o Brasil foi condenado a crescer nesse período como resultado de um cenário econômico favorável ao país. A questão a se analisar é por que razão o país deixou de crescer a esse ritmo a partir de 2011.

“As projeções anunciadas esta semana pelo Fundo Monetário Internacional apontam para taxas de crescimento em 2014 de 7,5% para a China, 5% para os demais emergentes, 3,9% para a média mundial, 2,8% para os EUA e 2,5% para a América Latina. Para o Brasil, a projeção é de um crescimento de 1,8% e, em minha opinião, temos mais chance de reduzir do que ampliar essa taxa. E é fácil ser pessimista, pois somos fracos em educação e infraestrutura. No ano passado, o Brasil investiu 2,5% do PIB em infraestrutura. A China investiu 13%. Em um ano, a China constrói o equivalente a toda a nossa infraestrutura”, alerta Amorim.

Ele destacou que essas deficiências não se dão por falta de recursos, pois o Brasil é o terceiro país onde mais se paga impostos. A questão é que os recursos não chegam aonde deveriam. A burocracia é outro problema. Amorim citou o Relatório Doing Business, do Banco Mundial, que aponta o país na 131ª posição entre 132 nações avaliadas considerando-se quesitos como tempo dispendido para se pagar impostos – 2,5 mil horas no Brasil ante a média de 176 horas -; o tempo de abertura de empresas – 106 dias no contra cinco dias no Chile. “Outro questão é a corrupção. Estima-se que R$ 100 bilhões sejam desviados para a corrupção, um volume maior do que o que país investe em infraestrutura”, diz o economista.

Para Amorim, o que explica o desempenho da economia mundial e brasileira nos últimos anos é o fenômeno chinês que teria mudado o curso dos rios, trazendo do interior a população rural para trabalhar nos centros urbanos com uma renda cinco vezes maior. O crescimento chinês necessitou da matéria prima exportada pelo Brasil. Na outra ponta, a abundância de mão de obra chinesa fez os custos dos produtos caírem e o Brasil pôde pagar menos pelos produtos manufaturados que importa.

Além disso, o custo do capital disponível no mundo também ficou mais barato, com os países em desenvolvimento praticando taxas de juros de 0,2%. O Brasil também teria se beneficiado de uma atração de bons profissionais. Estima-se que 600 mil brasileiros expatriados no período de fuga de cérebros tenham retornado ao país. Não é difícil atrair trabalhadores qualificados com uma taxa de 85% de desocupação na Grécia de jovens até 25 anos, número que chega a 80% na Espanha e 70% na Europa.

Outro fator positivo para o Brasil é a questão demográfica, com a redução das taxas de natalidade. O número de brasileiros de 0 a 15 anos é 5,5 vezes menor do que há dez anos. Assim, há mais gente produzindo e menos gente para ser sustentada.

“Com isso, o crescimento recente do Brasil pode ser explicado pela mudança do curso dos rios promovida pela China e pela mudança demográfica. Mas não foi apenas o mundo que ajudou. Também tivemos fatores de produção favoráveis. Estima-se que 18,5 milhões de pessoas a mais passaram a trabalhar. O desempregou caiu de 12% em 2000 para 5% em 2013. Mas estes fatores favoráveis acabaram. Para aumentar a produtividade, temos de investir em capacitação, máquinas, equipamentos e em infraestrutura”, recomenda. Quanto às oportunidades, ele considera que estão se movendo das capitais para o interior. E cita dados como o fato de o número de empregos crescer 2,5 vezes mais que na capital. “O problema é como chegar ao interior, com a falta de infraestrutura”, ressalva.

Traçando as perspectivas futuras ele descarta a possibilidade de o país estar vivendo uma bolha imobiliária e de crédito. Lembrou que enquanto o Brasil constrói 400 mil novas moradias; a China constrói 22 milhões, observando que a população chinesa não chega a ser sete vezes maior que a brasileira e ele estão construindo 55 vezes mais moradias.

“Eu estudei 97 bolhas que o ocorreram nos últimos 100 anos. Elas sempre estiveram associados a muito crédito, que sempre foi maior que 50% do PIB. No Brasil, o crédito está em 8% do PIB”, distinguiu Amorim. Ele também considera que, ao contrário do mercado que aposta que o ciclo de aumenta das taxas de juros já se encerrou, os juros vão continuar subindo.

Fonte: CNSEG Notícias

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Autoconsulta gratuita de CPF já é uma realidade para muitos consumidores

Fonte: Thinkstock

Para auxiliar o consumidor brasileiro a ser, cada vez mais, o protagonista da sua vida financeira, a Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) oferece a autoconsulta de débito no Portal Consumidor Positivo que funciona 24 horas por dia, 365 dias ao ano.

A autoconsulta online é feita com a indicação do número do CPF, após um simples e rápido cadastro. O serviço, inteiramente gratuito, ajuda o consumidor a identificar débitos, restrições ou pendências financeiras em seu nome e os dados da empresa credora, para uma negociação direta da dívida, sem intermediários.

Como pode ser feita a qualquer momento, mesmo que o consumidor não receba uma carta comunicado, tem se tornado um hábito para muitos, tanto que mais de 7,9 milhões consultas já foram efetuadas em pouco mais de um ano da disponibilização do serviço, por parte da Boa Vista SCPC, por 3,1 milhões de consumidores.

Consulte gratuitamente seu CPF no link abaixo:

www.consumidorpositivo.com.br

Fonte: Tamer Comunicação Empresarial

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Feira do Empreendedor – MG: explorando tendências digitais em Belo Horizonte

Fonte: Sebrae/MG

Fonte: Sebrae/MG

Ocorrendo desde 1994 em Minas Gerais, a Feira do Empreendedor é um evento promovido pelas unidades estaduais do SEBRAE cuja proposta consiste em unir oficinas, palestras e discussões entre administradores e pessoas interessadas em abrir um negócio.  Em sua sexta edição na capital mineira, a Feira do Empreendedor conseguiu levar mais de 21 mil pessoas ao Minascentro entre os dias 1 e 5 de abril, além de 105 expositores com novas ideias de negócio.

Seguindo a tendência atual do SEBRAE, um dos focos principais da Feira do Empreendedor – MG foi o meio digital. Gabriela Aguiar de Godoy – analista da unidade de atendimento do SEBRAE/MG –, ela nos falou um pouco sobre as iniciativas do evento. “As empresas estão precisando de informações com a temática digital. Hoje, embora o número tenha aumentado expressivamente entre 2012 e 2013, apenas 34% das empresas mineiras tem um site próprio. Neste sentido, nós oferecemos auxílio na Feira através da criação de e-mail para aqueles que não possuíam conta, página no Facebook, noções sobre ferramentas, além de palestras específicas sobre o mundo digital”, explica a analista.

A Feira do Empreendedor SEBRAE – MG contou com dois grandes setores voltados para a tecnologia. Um deles era direcionado para aqueles que desejam abrir um negócio, no qual o participante “recebia” o Batismo Digital 1.0 e podia aprender sobre negócios através de jogos simples, consultoria online, painéis com dowloads gratuitos, dentre outras atividades. Segundo Gabriela Aguiar, este setor realizou mais de 470 atendimentos. Já na outra área do evento que também abordava aspectos do universo digital, o visitante da Feira tinha acesso ao Batismo Digital 2.0 e podia participar do game do microempreendedor individual, e, inclusive, realizar um diagnóstico empresarial com um consultor SEBRAE.

Fonte: Sebrae/MG

Fonte: Sebrae/MG

Dentre os diversos stands presentes na Feira do Empreendedor – MG estiveram presentes alguns dos parceiros SEBRAE. Mercado Livre, Facebook, Google, e o Sistema de Gerenciamento MarketUP ofereceram soluções inovadoras – e gratuitas – para os empreendedores que visitaram o evento. Em nosso stand, registramos cerca de 2.000 visitas, nas quais nossos colaboradores tiraram dúvidas e ofereceram suporte durante todos os cinco dias da Feira.

Percebendo as mudanças na postura de empreendedor mineiro, a Feira do Empreendedor realizou-se em momento propício, e mesmo diante de forte chuva durante boa parte da semana do evento, um grande público compareceu ao Minascentro – incluindo grandes grupos vindos do interior de Minas Gerais. “As pessoas estão cada vez mais participativas, mais interessadas e com foco. Nós recebemos, inclusive, uma grande demanda pós-feira”, conclui a analista do SEBRAE Gabriela Aguiar, resumindo assim o espírito proativo do empreendedor mineiro.

Por: João F. Barros

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Aprenda a fazer uma análise financeira eficiente em curso gratuito do SEBRAE

Fonte: Thinkstock

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Uma análise financeira competente é a ferramenta essencial para que o empreendedor seja capaz de determinar estratégias pertinentes de crescimento. Entretanto, muitos empresários têm dificuldades de elaborar boas avaliações sobre a saúde das finanças de seu negócio – e esta dificuldade torna-se ainda mais evidente quando nos referimos a pequenos empreendimentos.

Caso você se encontre no grupo de pequenos empresários que possui problemas em relação ao controle financeiro de sua empresa, uma boa opção é realizar o curso de Análise e Planejamento Financeiro oferecido pelo EAD SEBRAE. Inteiramente gratuito, o programa de estudos se divide nos seguintes módulos:

MÓDULO 1 – ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA DA EMPRESA

Unidade 1 – Análise financeira

Unidade 2 – Investimentos

MÓDULO 2 – PROJETAR O FLUXO DE CAIXA

Unidade 1 – O caixa da empresa

Unidade 2 – Fluxo de caixa

Unidade 3 – Analisando os resultados do fluxo de caixa

MÓDULO 3 – FATORES QUE INFLUENCIAM O PLANEJAMENTO

Unidade 1 – A importância do planejamento

Unidade 2 – Analisando os fatores externos

Unidade 3 – Fatores internos da empresa

MÓDULO 4 – DEFINIÇÃO DE METAS COM BASE NOS RESULTADOS GERENCIAIS

Unidade 1 – Estrutura gerencial de resultados

Unidade 2 – Análise e projeção de resultados

Unidade 3 – Análise de sensibilidade

Unidade 4 – Indicadores de desempenho

Voltado essencialmente para pequenos empresários, o curso tem duração equivalente a 15 horas, o empreendedor terá 30 dias para realizar o curso após se matricular. O curso se adequa ao espírito SEBRAE, sempre em busca de oferecer soluções para as MPEs brasileiras.

Para acessar o curso e verificar mais informações acesse o link do EAE Sebrae:

http://www.ead.sebrae.com.br/tenho-uma-microempresa/apf-analise-e-planejamento-financeiro/

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Por: Redação MarketUP

Fonte: Sebrae

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