Movimento do comércio sobe 5,4% no primeiro semestre, diz Boa Vista SCPC

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O indicador de movimento do comércio subiu 5,4% no primeiro semestre de 2014, de acordo com a Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) com dados do varejo nacional. Na avaliação contra maio deste ano, houve queda de 0,1%, expurgados os efeitos sazonais. Na avaliação contra junho de 2013, houve queda de 0,2%. Em 12 meses acumulados (jul/13 até jun/14, contra jul/12 até jun/13) o indicador subiu 3,8%, valor inferior em 0,1 p.p. na comparação contra a aferição análoga de maio.

Apesar dos melhores resultados em maio, observou-se que a tendência de crescimento modesto continua presente nos dados de junho, apresentando até desaceleração no acumulado em 12 meses. Com isso, espera-se que o varejo cresça a valores próximos de 2013.

Setores

O principal destaque foi para o setor de Móveis e Eletrodomésticos, que obteve alta de 4,2% em junho, na análise dos dados dessazonalizados. No valor acumulado em 12 meses houve elevação de 5,9%, enquanto a variação interanual houve queda de 6,3%.

A atividade do setor de Supermercados, Alimentos e Bebidas caiu 1,2% na série dessazonalizada, enquanto nos dados sem ajuste sazonal e acumulados em 12 meses houve alta de 2,3%. Já na análise interanual houve também elevação, de 2,7%.

O segmento de Combustíveis e Lubrificantes caiu 1,6% na variação mensal dos dados com ajuste sazonal. Nos valores da série sem ajuste, o setor apresentou alta de 4,9% na avaliação de longo prazo (acumulado em 12 meses) e 8,4% contra o mesmo mês do ano passado.

Por fim, a categoria de Tecidos, Vestuários e Calçados também registrou queda de 1,0% na margem. Sem contabilizar os efeitos sazonais, houve alta de 1,4% em 12 meses acumulados e queda de 2,9% contra junho de 2013.

Fonte: Tamer Comunicação Empresarial

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Projeto de lei busca mudanças no SIMPLES Nacional

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Segundo economista especializado, o SIMPLES não tem na prática toda a amplitude esperada

O Projeto de Lei que tramita no Legislativo Federal voltado a alterar e ampliar disposições do SIMPLES Nacional tem como uma de suas propostas a solução da questão do fim dos efeitos da substituição tributária do ICMS para as micros e pequenas empresas enquadradas no SIMPLES. Com essa regra da substituição tributária, há a antecipação do recolhimento de um tributo, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), para toda a cadeia de comercialização, o que afeta o fluxo de caixa de quem esta nos elos seguintes pós a cobrança da substituição tributária.

Está em análise a proposta de restringir a lista de produtos enquadrados na substituição tributária do ICMS que são comercializados pelas micros e pequenas empresas SIMPLES. Com isto, pretende-se corrigir distorções vivenciadas pelas empresas enquadradas no regime (SIMPLES), como o pagamento antecipado do ICMS pela mecânica da substituição tributária e mais recolhimento do ICMS próprio compondo a parcela de alíquota consolidada voltada a arrecadação de vários tributos que incidem sobre a operação destas empresas. Há necessidade de se considerar também o aumento da base de calculo sobre a qual o imposto é recolhido considerando ser o calculo do ICMS – ST realizado sobre margem de lucro definida pelos Governos Estaduais, margens estas que na maioria das vezes não é a real obtida na comercialização dos produtos.

Segundo Jorge Bahia, um dos sócios do Grupo Bahia Associados, “A proposta trará maior racionalidade ao conceito do SIMPLES, ou seja, se o objetivo é reduzir a carga tributária das empresas nele enquadradas, que esta redução se aplique a cadeia de fornecimento para a microempresa e empresa de pequeno porte que são SIMPLES, e não somente a operação de venda destas empresa”, conclui Jorge.

Fonte: ELDEVIK

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Qualidade no atendimento interfere na decisão de compra dos brasileiros, revela pesquisa

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Uma das marcas dos tempos atuais é a velocidade com que a informação circula entre as pessoas. Se quisermos, por exemplo, nos informar sobre uma loja, não precisaremos necessariamente visitá-la ou fazer uma compra. Hoje, dispomos de ferramentas e indicadores que avaliam a experiência de outros consumidores e formam, naturalmente, um perfil de compra muito mais exigente entre os brasileiros.

Dentre os pontos avaliados pelas ferramentas e indicadores de qualidade, merece destaque o atendimento. Em relação a este fator, uma pesquisa realizada no primeiro semestre deste ano encomendada pela G4 Solutions – empresa brasileira desenvolvedora de tecnologia para o mercado de call center –  abordou a percepção do brasileiro em relação ao atendimento das empresas.

No levantamento, os consumidores demonstraram preferência pelo atendimento telefônico, muito embora, pode-se perceber um aumento na utilização dos e-mails e redes sociais para contato nos últimos 12 meses, como demonstra o gráfico abaixo:

Fonte: G4 / Ipsos

“O telefone é o canal mais utilizado, mas existe um aumento de relevância das redes sociais e do e-mail. Quando o consumidor tenta duas, três vezes o contato com a empresa seja por telefone ou email e não tem a sua questão resolvida, a estratégia é se manifestar nas redes sociais para que o assunto se torne público ou até mesmo um desabafo. Isso mostra a necessidade de as empresas buscarem inovações, além de estruturar e qualificar o atendimento” analisa o diretor de marketing e vendas da G4, Erik Mazzei.

Outro elemento interessante apontado na pesquisa foi a preferência dos compradores pelo atendimento humano – ainda que a utilização de aplicativos móveis para resolução de problemas possa ser uma tendência, segundo a G4.

Fonte: G4 / Ipsos

É de extrema importância que os empreendimentos dediquem uma atenção especial ao desenvolvimento de um atendimento de qualidade – não apenas no ato da compra nos estabelecimentos, mas via telefone, redes sociais e e-mail – sobretudo porque contatos mal resolvidos e clientes insatisfeitos com a abordagem tendem a trazer um impacto negativo nas vendas de um negócio. “Isso (baixa qualidade do atendimento) impacta negativamente na imagem de marca e leva o consumidor a pensar duas vezes antes de comprar produtos e produtos e serviços”, conclui Erik Mazzei.

Por: Redação MarketUP

 

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Desvendando o inglês através de cursos online e gratuitos

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De acordo com dados oficiais, é o mandarim, e não o inglês, a língua com mais falantes no mundo. Isso, porém, só ocorre porque o mandarim é o idioma oficial da China – país com maior número de habitantes no planeta.  Em se tratando de segunda língua, o inglês continua sendo o idioma mais popular do mundo. Considerando este aspecto, aprender inglês é um importante passo para aqueles que desejam manter-se conectados com uma sociedade cada vez mais globalizada. Para você que deseja encarar o desafio de dominar de vez o inglês, o Blog MarketUP separou 3 cursos online e gratuitos. Acompanhe!

Duolingo

Com o slogan “Aprenda idiomas de graça. Para sempre”, o Duolingo é um portal que oferece diversos cursos de idioma – dentre eles o inglês – completamente gratuitos. Vencedor de diversos prêmios de tecnologia, o site funciona como um jogo no qual o usuários vai avançando nas fases de seu aprendizado. Uma das vantagens do Duolingo é que você pode baixar o aplicativo e estudar pelo seu celular nas horas vagas (o App encontra-se disponível para iPhone e aparelhos Android).

https://www.duolingo.com/

Busuu

O curso oferecido pelo portal Busuu se divide em cinco etapas por unidade: Vocabulário, Diálogo, Exercícios de escrita, Chat com outros usuários, Teste de revisão, PDF da unidade e Podcasts para aprofundamento. A maior parte do curso é disponibilizada gratuitamente e você poderá avançar normalmente nas unidades, porém, algumas das funcionalidades são restritas a Usuários Premium.

https://www.busuu.com/pt/

Livemocha

O Livemocha é um portal que depende exclusivamente de sua interação. Os usuários mais participativos – que realizam atividades e ajudam outros usuários – ganham pontos para avançar para os níveis mais complexos do curso e desbloquear praticamente todas as funcionalidades do portal. Caso você tenha pressa, também é possível comprar os pontos do curso.

http://learn.livemocha.com/#logged_out

Por: João F. Barros

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Três dicas para a gestão de pessoas nas MPMEs

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Como em qualquer atividade ou organização com fins comerciais, o sucesso de uma MPME (Micros, Pequenas e Médias Empresas), depende de uma boa gestão dos recursos humanos do negócio. Nesta equação envolvem-se desde os fornecedores, até os clientes e funcionários. No post de hoje do Blog MarketUP, separamos três dicas de gestão de pessoas para os administradores de pequenos e médios empreendimentos. Vamos lá?

1 – Estabeleça funções com clareza

Cada pessoa envolvida em seu negócio deve ter ciência do que se espera dela. Seja claro na delimitação das atividades de seus funcionários e informe-os a respeito dos objetivos do projeto ou área da empresa na qual estão envolvidos. Delegar tarefas de modo objetivo é uma tarefa essencial de todo bom administrador, e, se bem conduzida, trará ganhos em produtividade no seu empreendimento.

2 – Esteja aberto a ideias

Ouça seus colaboradores e demonstre abertura para ouvir sugestões e propostas para resolução de problemas. Isto não significa, obviamente, que você deve acatar qualquer ideia vinda de “fora” do corpo administrativo da empresa, porém, demonstrar receptividade fará com que seus funcionários e colaboradores de modo geral se sintam valorizados, além de te dar a oportunidade de aproveitar as melhores ideias para uma boa condução de seu negócio.

 3 – Aplique Feedbacks

Prática comum nos empreendimentos de grande porte, a aplicação de feedbacks pode (e deve) ser uma ferramenta utilizada também na cultura das MPMEs. O Feedback nada mais é do que uma resposta do administrador em relação ao desempenho de algum funcionário, fornecedor ou qualquer outra pessoa envolvida no cotidiano de um negócio. “Dar uma resposta” é tão importante quanto saber delegar funções, pois dará a oportunidade de que seus colabores saibam em que pontos precisam melhorar, e poderá te auxiliar a não ter custos com o desligamento de um funcionário, por exemplo. Acrescido a estes pontos, um Feedback bem realizado é um sinal de transparência na sua gestão. Para isso, seja franco e objetivo.

Dica: quando aplicar um Feedback, ressalte aquilo que precisa ser melhorado, mas não esqueça de elogiar os pontos positivos do trabalho de seus colabores.  

Por: João F. Barros

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20 anos do Plano Real, o que mudou em sua vida financeira?

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O Plano Real completou, na terça-feira (01/07), 20 anos de existência. Podemos dizer que se trata de um grande sucesso, em especial pela estabilidade da moeda e o fim de índices altíssimos de inflação. Desde 1994, quando a moeda foi criada pelo então ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, grandes medidas foram tomadas para conter os altos índices de inflação e buscar a estabilidade econômica, uma vez que, nos anos que antecederam o plano, as variações mensais de inflação chegavam até a 82,39%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). E o resultado foi positivo.

Hoje, a realidade é muito diferente; até maio, o índice acumulado do ano estava em 3,33% e, em junho, a variação ficou em 0,60%, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). A inflação oficial encerrou 2013 em 5,91%. Contudo, mesmo com toda essa melhoria, ainda observamos a falta de capacidade da população de se planejar. Nossos jovens de hoje não passaram pelos antigos problemas inflacionários e, por isso, não conseguem visualizar a importância de reter, poupar ou guardar dinheiro para uma vida saudável e sustentável financeiramente.

Nossas famílias não fazem outra coisa senão comprar impulsivamente; estamos vulneráveis aos apelos publicitários. Mas, se as compras fossem feitas com nosso próprio dinheiro, estaria tudo certo, porém, grande parcela dessas compras é feita por meio de crédito, e é aí que está o problema.

No entanto, a estabilidade da moeda Real trouxe de volta exatamente à oportunidade de criar reservas. Mas, se fizermos uma análise fria, será mesmo que nossa população está poupando? As pesquisas mostram que não, pois apontam um crescimento do endividamento das famílias brasileiras e, como consequência, da instabilidade financeira.

É preciso políticas públicas que se atentem para um dos problemas que vem afligindo milhões de brasileiros: o endividamento descontrolado que leva a inadimplência. Isto porque estar endividado não é um problema, desde que se tenha o controle absoluto dos ganhos e dos gastos e, em especial, do pagamento deles. Um dos fatores que contribuíram para esse aumento sucessivo do endividamento é, sem dúvida, a facilidade de crédito que, se usada com consciência, não seria um problema. Mas as concessões de limites muito acima da capacidade de pagamento é uma bomba relógio, que resultará em uma grande bolha da inadimplência, por isso, é preciso investir em educação financeira.

Precisamos fazer uma boa reflexão desses nossos últimos 20 anos, analisar como a população se encontra e as importantes evoluções nas vidas financeiras. É claro que houve sim uma melhora em relação ao padrão de vida de grande parte das famílias brasileiras, mas a que preço?

É importante desenvolver a educação financeira, possibilitando que a população faça um diagnóstico e descobrindo a sua real e verdadeira situação em relação ao dinheiro: endividado/inadimplente, equilibrado financeiramente ou investidor. Mas, independente de qual seja a situação, é preciso atenção, atitude e muita inteligência em relação ao dinheiro que se ganha e gasta. É preciso se conscientizar e mudar agora o comportamento, pois, senão, quando finalmente a população se atentar, poderá ser tarde demais para recuperar o tempo perdido. É importante que se pense nisso e projete os próximos 20 anos, investindo na educação financeira, garantindo um futuro financeiramente sustentável.

Por: Reinaldo Domingos, presidente da DSOP Educação Financeira e da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) 

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Manual do Microempreendedor Individual (MEI)

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Se você trabalha por conta própria e deseja legalizar sua atividade para ter direito a uma série de benefícios como: auxílio doença, aposentadoria, auxílio maternidade – além de poder emitir notas fiscais e ter mais facilidade para conseguir empréstimos – uma excelente opção é se cadastrar no regime tributário do Microempreendedor Individual (MEI). No regime o empreendedor fica isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL), pagando somente um valor mensal de R$ 37,20 ( para comércios ou indústrias), R$ 41,20 (no caso da prestação de serviços) ou R$ 42,20 (comércio e serviços). Caso se interesse em tornar-se MEI, o trabalhador precisa respeitar o teto de R$ 60.000,00 de faturamento anual, não ter participações como sócio ou titular em outro negócio e ter no máximo um funcionário.

Para compreender melhor o processo de formalização no regime do Microempreendedor Individual, leia com atenção o Manual do Processo Eletrônico de Inscrição do MEI clicando AQUI. Para se formalizar pelo regime, visite o link do Portal do Empreendedor abaixo:

http://www.portaldoempreendedor.gov.br/mei-microempreendedor-individual

Por: Redação MarketUP

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